An imitation to the “Ode of the Globe Amaranth”

For those livin’ the Minho valleys
In fluid weather under density
Listening to advice, in honesty
Following laws like ancient alleys.

Lonely echoes sounding in the mounts
The Shepherd repeats from his tower
Shouting above trees, with great power
Calling a lover with all that counts.

Their nature is hard as Rosemary
A strength as lively as the pansy
Making “a longing cry” so unwary.

Their rare temper we all could fancy
Sharing freedom for love to carry
No other feelings your Heart need see!

*translation of the “Replica da Ode à Perpétua” by His Lordship The Viscount Luís Pinto de Sousa

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Original Ode
Sobre as ondas do Minho os habitantes
Do líquido Elemento e da Espessura
Ouviram seus assentos, que à ventura
Sujeitam as suas Leis sempre constantes.

Aos ecos solitários e distantes
O Pastor os repete e já procura
Gravá-los sobre os troncos, que a brandura
Destes versos em si guardam amantes

Eles têm da Natura a variedade,
A força de animar o amor-perfeito
E de enxugar o pranto da saudade

Vede se pode haver mais raro efeito
Que atar o doce Amor à liberdade
Com o amor divino de teu peito!

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